Coimbra, 23 abril – O Olhanense venceu hoje a Académica por 1-0, em
jogo da vigésima sétima primeira jornada da Liga portuguesa de futebol,
disputado em Coimbra.
Jogo no Estádio Cidade de Coimbra.
Académica - Olhanense, 0-1.
Ao intervalo: 0-0;
Marcador: 0-1, Rui Duarte, 60 minutos.
Equipas:
- Académica: Peiser, Cédric Soares, Flávio, Ferreira (Saulo, 88), Hélder Cabral, Diogo Melo (Danilo, 76), Nivaldo (Diogo Valente, 70), Marinho, Adrien, Rui Miguel e Edinho.
(Suplentes: Ricardo, João Real, Hugo Morais, David Simão, Danilo, Diogo Valente e Saulo).
- Olhanense: Fabiano Freitas, Mexer, Maurício, André Pinto, Ysmaily, Cauê, Fernando Alexandre, Salvador Agra (Toy, 74), Rui Duarte (Mateus, 77), Wilson Eduardo e Dady (Yontcha, 81).
(Suplentes: Bruno Veríssimo, Toy, Jander, Vasco Fernandes, Yontcha, Mateus e Meza).
Árbitro: João Ferreira, de Setúbal.
Ação disciplinar: cartão amarelo para Diogo Melo (39), Edinho (39), André Pinto (39), Flávio (43 e 63, seguido de cartão vermelho); Salvador Agra (45); Rui Duarte (57); Rui Miguel (65); Hélder Cabral (69); Ferreira (85); Ysmaily (87); Fabiano (90+4), Mateus (90+5).
Assistência: 4 669 espetadores.
Num jogo crucial sobretudo para a Académica, que já não ganha desde 12 de dezembro precisamente frente à equipa de Olhão, o próprio presidente da Académica, José Eduardo Simões, coisa inédita, sentou-se no banco dos suplentes, ao lado de Pedro Emanuel para lhe dar apoio no único resultado que interessava aos “estudantes”: a vitória.
A manutenção era o objetivo dos estudantes que já não ganham há 14 jornadas, em 14º lugar, com 23 pontos, a dois da chamada linha de água, ocupada pelo Feirense. Com esta derrota (mais uma em casa), a Académica ficou em muito maus lençóis para fugir aos últimos lugares da tabela.
Num jogo com 12 cartões amarelos e um vermelho, o Olhanense aproveitou o nervosismo da equipa da casa que pressionou muito, mas não conseguiu aproveitar as muitas oportunidades criadas.
A Académica começou mais pressionante, com Cédric a cruzar para Nivaldo, que remata forte de cabeça, aos 7 minutos, ao lado da baliza de Fabiano. A pouco e pouco, o Olhanense foi equilibrando a partida em jogadas de contra-ataque, com Wilson Eduardo a criar perigo aos 16 minutos e, aos 21 minutos, Dady cai na grande área, reclamando uma alegada grande penalidade, mas parece haver falta fora da grande área.
O jogo começou a endurecer, o que valeu até ao intervalo cinco cartões amarelos em apenas seis minutos: três para a Académica e dois para o olhanense, em jogadas de picardia entre os jogadores das duas equipas. Perto do intervalo, grande jogada de perigo dentro da grande área do Olhanense, com o golo quase a surgir, após um canto de Cédric, com Maurício a falhar o corte, mas Fabiano a salvar na hora H.
No reatamento do jogo, a “Briosa” pareceu vir com mais vontade. Cédric, aos 50 minutos, atirou direito ao guarda-redes que desviou por cima da barra, enquanto dois minutos depois Edinho atira para fora, frente ao desamparado Fabiano.
A Académica continuava a carregar, mas seria o Olhanense, numa perigosa jogada de contra-ataque, que faria o golo inaugural, através de Rui Duarte, após uma “cavalgada” monumental de Salvador Agra.
A seguir, a Académica vê-se desfalcada do seu capitão Flávio Ferreira, que vê o segundo cartão amarelo por alegada falta sobre Wilson Eduardo. A Académica fica reduzida a dez unidades, a meia hora do final da partida. Aos 65, a Académica reclama grande penalidade por alegado corte com a mão de Fernando Alexandre, mas o lance é legal.
Pedro Emanuel resolve depois mexer na equipa, fazendo entrar Diogo Valente para o lugar de Nivaldo, e mais tarde Danilo para o lugar de Diogo Melo para dar mais força ao ataque.
As bolas bombeadas para o ataque não resultavam: ou eram cortadas pelos defesas ou falhavam o alvo, por manifesta falta de pontaria. Edinho, aos 85, foi um exemplo flagrante, atirando por cima da barra de Fabiano. Quem poderia ter sentenciado a partida foi Yontcha, aos 87, que atirou ao poste da baliza de Peiser e depois Cauê, que atirou ao lado da baliza do guardião academista. Na última jogada, a bola foi à trave da baliza de Fabiano com remate de Edinho e a Académica saia derrotada uma vez mais do Estádio Cidade de Coimbra.
Estiveram 12 observadores a assistir a este encontro: quatro nacionais (do Nacional da Madeira, Sporting de Braga, Beira-Mar e Sporting) e oito estrangeiros (Middlesbrough, Celta de Vigo, Deportivo, Hannover 96, Friburgo, Chievo, Antalyaspor e Gent).
Jogo no Estádio Cidade de Coimbra.
Académica - Olhanense, 0-1.
Ao intervalo: 0-0;
Marcador: 0-1, Rui Duarte, 60 minutos.
Equipas:
- Académica: Peiser, Cédric Soares, Flávio, Ferreira (Saulo, 88), Hélder Cabral, Diogo Melo (Danilo, 76), Nivaldo (Diogo Valente, 70), Marinho, Adrien, Rui Miguel e Edinho.
(Suplentes: Ricardo, João Real, Hugo Morais, David Simão, Danilo, Diogo Valente e Saulo).
- Olhanense: Fabiano Freitas, Mexer, Maurício, André Pinto, Ysmaily, Cauê, Fernando Alexandre, Salvador Agra (Toy, 74), Rui Duarte (Mateus, 77), Wilson Eduardo e Dady (Yontcha, 81).
(Suplentes: Bruno Veríssimo, Toy, Jander, Vasco Fernandes, Yontcha, Mateus e Meza).
Árbitro: João Ferreira, de Setúbal.
Ação disciplinar: cartão amarelo para Diogo Melo (39), Edinho (39), André Pinto (39), Flávio (43 e 63, seguido de cartão vermelho); Salvador Agra (45); Rui Duarte (57); Rui Miguel (65); Hélder Cabral (69); Ferreira (85); Ysmaily (87); Fabiano (90+4), Mateus (90+5).
Assistência: 4 669 espetadores.
Num jogo crucial sobretudo para a Académica, que já não ganha desde 12 de dezembro precisamente frente à equipa de Olhão, o próprio presidente da Académica, José Eduardo Simões, coisa inédita, sentou-se no banco dos suplentes, ao lado de Pedro Emanuel para lhe dar apoio no único resultado que interessava aos “estudantes”: a vitória.
A manutenção era o objetivo dos estudantes que já não ganham há 14 jornadas, em 14º lugar, com 23 pontos, a dois da chamada linha de água, ocupada pelo Feirense. Com esta derrota (mais uma em casa), a Académica ficou em muito maus lençóis para fugir aos últimos lugares da tabela.
Num jogo com 12 cartões amarelos e um vermelho, o Olhanense aproveitou o nervosismo da equipa da casa que pressionou muito, mas não conseguiu aproveitar as muitas oportunidades criadas.
A Académica começou mais pressionante, com Cédric a cruzar para Nivaldo, que remata forte de cabeça, aos 7 minutos, ao lado da baliza de Fabiano. A pouco e pouco, o Olhanense foi equilibrando a partida em jogadas de contra-ataque, com Wilson Eduardo a criar perigo aos 16 minutos e, aos 21 minutos, Dady cai na grande área, reclamando uma alegada grande penalidade, mas parece haver falta fora da grande área.
O jogo começou a endurecer, o que valeu até ao intervalo cinco cartões amarelos em apenas seis minutos: três para a Académica e dois para o olhanense, em jogadas de picardia entre os jogadores das duas equipas. Perto do intervalo, grande jogada de perigo dentro da grande área do Olhanense, com o golo quase a surgir, após um canto de Cédric, com Maurício a falhar o corte, mas Fabiano a salvar na hora H.
No reatamento do jogo, a “Briosa” pareceu vir com mais vontade. Cédric, aos 50 minutos, atirou direito ao guarda-redes que desviou por cima da barra, enquanto dois minutos depois Edinho atira para fora, frente ao desamparado Fabiano.
A Académica continuava a carregar, mas seria o Olhanense, numa perigosa jogada de contra-ataque, que faria o golo inaugural, através de Rui Duarte, após uma “cavalgada” monumental de Salvador Agra.
A seguir, a Académica vê-se desfalcada do seu capitão Flávio Ferreira, que vê o segundo cartão amarelo por alegada falta sobre Wilson Eduardo. A Académica fica reduzida a dez unidades, a meia hora do final da partida. Aos 65, a Académica reclama grande penalidade por alegado corte com a mão de Fernando Alexandre, mas o lance é legal.
Pedro Emanuel resolve depois mexer na equipa, fazendo entrar Diogo Valente para o lugar de Nivaldo, e mais tarde Danilo para o lugar de Diogo Melo para dar mais força ao ataque.
As bolas bombeadas para o ataque não resultavam: ou eram cortadas pelos defesas ou falhavam o alvo, por manifesta falta de pontaria. Edinho, aos 85, foi um exemplo flagrante, atirando por cima da barra de Fabiano. Quem poderia ter sentenciado a partida foi Yontcha, aos 87, que atirou ao poste da baliza de Peiser e depois Cauê, que atirou ao lado da baliza do guardião academista. Na última jogada, a bola foi à trave da baliza de Fabiano com remate de Edinho e a Académica saia derrotada uma vez mais do Estádio Cidade de Coimbra.
Estiveram 12 observadores a assistir a este encontro: quatro nacionais (do Nacional da Madeira, Sporting de Braga, Beira-Mar e Sporting) e oito estrangeiros (Middlesbrough, Celta de Vigo, Deportivo, Hannover 96, Friburgo, Chievo, Antalyaspor e Gent).

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