Presidente da Académica apela ao constante apoio do clube
O presidente da Académica publicou hoje no site oficial do clube uma mensagem, apelando ao apoio constante do clube, num dia muito especial: a receção ao Benfica para o campeonato.
"Desde muito jovem, na primeira metade dos anos 60, habituei-me a ver a Académica jogar.
Contra quem? Pouco importava. Era a Académica que jogava e isso é que interessava.
Ao longo dos 47 ou 48 anos após a primeira ida ao Estádio, e salvas honrosas excepções, recordo-me de ver sofrer e muito sofrer pela Académica.
Não contando com meia dúzia de épocas, a regra era seguida com precisão militar: ou começávamos bem e terminávamos atrapalhados; ou o inverso; ou a eventual quebra verificava-se a meio da temporada, com recuperação e um final de prova bem animado.
A manutenção era usualmente garantida nas últimas jornadas, para alívio dos nossos associados e adeptos.
Podia não gostar de um ou outro treinador (as bancadas estão repletas dos melhores treinadores do Mundo…) ou não apreciar alguns jogadores.
Fora do Estádio, antes ou depois dos jogos, sempre apreciei a crítica livre, inteligente e bem-humorada. É por isso que temos tertúlias e verdadeiros teóricos.
Mas, para mim, sempre houve, e há, uma certeza que não muda: os nossos, enquanto cá estiverem, são os melhores. E, sem excepções, quando se assiste a um desafio da Académica é para apoiar… sempre!
Muitos dos nossos adeptos é assim que sentem a Académica. Ainda bem.
Porque, para além de apoiar… sempre! o que mais me desgostava e ainda desgosta, é ver sócios e adeptos (da Académica) que exultam e festejam um golo de certas equipas que vêm jogar a Coimbra.
Por mim, serei sempre apenas, e só, da Académica. E, como sócio, dirigente e futuro sócio, de novo, tentarei que haja mais “bairrismo” saudável, mais orgulho académico e um sentimento associado apenas à nossa Briosa, a única Instituição verdadeiramente abrangente que existe em Portugal."
José Eduardo Simões (Presidente da Direcção da AAC/OAF)
"Desde muito jovem, na primeira metade dos anos 60, habituei-me a ver a Académica jogar.
Contra quem? Pouco importava. Era a Académica que jogava e isso é que interessava.
Ao longo dos 47 ou 48 anos após a primeira ida ao Estádio, e salvas honrosas excepções, recordo-me de ver sofrer e muito sofrer pela Académica.
Não contando com meia dúzia de épocas, a regra era seguida com precisão militar: ou começávamos bem e terminávamos atrapalhados; ou o inverso; ou a eventual quebra verificava-se a meio da temporada, com recuperação e um final de prova bem animado.
A manutenção era usualmente garantida nas últimas jornadas, para alívio dos nossos associados e adeptos.
Podia não gostar de um ou outro treinador (as bancadas estão repletas dos melhores treinadores do Mundo…) ou não apreciar alguns jogadores.
Fora do Estádio, antes ou depois dos jogos, sempre apreciei a crítica livre, inteligente e bem-humorada. É por isso que temos tertúlias e verdadeiros teóricos.
Mas, para mim, sempre houve, e há, uma certeza que não muda: os nossos, enquanto cá estiverem, são os melhores. E, sem excepções, quando se assiste a um desafio da Académica é para apoiar… sempre!
Muitos dos nossos adeptos é assim que sentem a Académica. Ainda bem.
Porque, para além de apoiar… sempre! o que mais me desgostava e ainda desgosta, é ver sócios e adeptos (da Académica) que exultam e festejam um golo de certas equipas que vêm jogar a Coimbra.
Por mim, serei sempre apenas, e só, da Académica. E, como sócio, dirigente e futuro sócio, de novo, tentarei que haja mais “bairrismo” saudável, mais orgulho académico e um sentimento associado apenas à nossa Briosa, a única Instituição verdadeiramente abrangente que existe em Portugal."
José Eduardo Simões (Presidente da Direcção da AAC/OAF)

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